O que é que a BEM faz… você sabe?

A B2 Conteúdo visita a Brasil em Mente e mostra o que é que a gente faz. Conheça a fundadora, as origens de sua filosofia, o programa de formação continuada para educadores e a biblioteca que envia livros em português para todo os EUA.
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Língua de herança é língua de criança?

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Por Felicia Jennings-Winterle
Editorial Outubro/2016

Você já deve ter percebido que eu gosto de uma data comemorativa, não é? Por que não aproveitar a festa do mês, a notícia do dia ou o sentimento do momento para fazer uma boa reflexão?

Outubro é o mês das crianças, do Dia das Crianças. Não vou discutir a origem desse data, nem a questão do consumismo que ela pode (ou não) gerar. Não vou me deter a clichês reafirmando pela milésima vez algo que todos deveríamos ter na ponta da língua, grudado na mente que nem chiclete: “todo dia é dia da criança”; mas todo dia negligenciamos as crianças. Essas pequenas pessoas passam por absurdos em todo o mundo e bem perto de nós são forçadas a se tornarem, de um jeito ou de outro, mini-adultos. É realmente um papo triste e um que merece nossa atenção e discussão. Continuar lendo “Língua de herança é língua de criança?”

Heritage Language is only a child’s language?

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Felicia Jennings-Winterle
Editorial October/2016

On October 12th Brazil celebrates what we Brazilians call “Children’s Day”… I won’t discuss the origins of this celebration nor the matters of consumerism that can (or cannot) be a product of that. I won’t detain myself on clichés reassuring for the 1,000th time something we should all have on the tip of our tongues: “everyday is children’s day”, though every day we also neglect them. Around the world, these “tiny humans” go through unspeakable things and very close to us they are forced to become, one way or another, mini-adults. It is a sad reality and one that always deserves our attention and discussion.

But what I would like to do here is reflect upon another aspect of childhood – its relationship to heritage languages (HL).

Every other day I encounter misunderstandings about HL. This is totally expected, especially since the discussions about this minority language are spread out, sometimes concerned with one language in particular, and therefore, one can say this is a field of study/practice still growing. Even the so-called specialists get confused. But the #1 inaccuracy seems to be the thought that “heritage language is a child’s language”. Is it?

Follow me on a philosophical path I developed with the word time – a central matter in the realm of HLs.

There’s a “right” time for everything in life (this “right” being extremely flexible) and the best time to develop a HL is in childhood. This does not mean that only children can speak a HL, nor that they should be the only focus of this practice. If it isn’t nurtured in childhood you shouldn’t think: I’m out of time.

A Heritage Language is, “by right”, the language of someone who has a familial (of family: dad, mom, grandparents – don’t confuse with familiarity) connection with, let’s say, Portuguese or Italian or German.

But in childhood there’s time to see, to feel, to listen and to try things – it’s time to grow. Time goes by and then, there isn’t time for anything. Children must have time for everything but to take time off. It’s no surprise that they have no time to spend time with those whose time now is to take time to show that, a long time ago, time was different… it had other colors, flavors, smells, temperatures and sounds but, such time can also be part of the time of their hybrid or “third culture” child – one who spends times being one way and times being another way.

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A lot of time, huh?

Yes, a lot of time must be invested. Precious time that requires love, determination, patience, consistency and frequency… it has to be at all times.

But you have all the time in the world to acquire a heritage, or, as we would literally translate from Portuguese, an inheritance. And in that frame of mind, you don’t need to involve a bank or a lawyer. At the right time, you, young adult or older adult, can spend time enjoying your Heritage.

And since your time is precious, and so is mine, let’s be frank: You will need time. Don’t rush it. Sometimes you will have the desire to go back in time. Do it! Other times you will think that this is a waste of your time. Don’t waste it!

That’s exactly why I would like to say to you, parent, or you, who hasn’t even thought about being a parent: Do things in your own time but on time. The benefits, the accomplishments, the results will be seen at all times and for a long time, even when sometimes things get hard here and there.

The time is now and it is theirs… the children’s. Give yourself time to also do adult stuff, of course. But, be aware: the time you spend with them is always too little time. Hurry up, you have time to spare now. Time flies…

Screen Shot 2015-10-20 at 8.49.02 PMFelicia researchers Portuguese as a Heritage Language and is the Founder and Educational Director of Brasil em Mente, the organization that maintains this platform.
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Você conhece o BraZil com S – documentário sobre o PLH?

Convidamos você a (re)assistir ao documentário BraZil com S – a língua portuguesa no exterior.
Você já assistiu e se emocionou pelo menos 1 vez? Compartilhe! Queremos viralizá-lo.
A nossa meta é chegar a 50,000 “assistidas”.
Topa o desafio?
Produzido em 2012 pela BEM e pela B2 Conteúdo, com o patrocínio do Consulado Brasileiro de NY, abrange de maneira tocante o que é a língua de herança e porque sua manutenção é tão importante entre as famílias de imigrantes que vivem no exterior.

Por que relacionamos setembro ao verde e amarelo?

Por Felicia Jennings-Winterle
Editorial – Setembro/2016

Mês de setembro. Fim do verão no hemisfério norte, onde muitos de nós moram. Volta às aulas e às atividades extracurriculares, entre elas aquelas que envolvem o português como língua de herança. Mês de Brazilian Day em diversas cidades do mundo com shows dos globais da moda, cujos nomes a maioria de nós nem conhece. Mês de vestir verde e amarelo. Mês do 7 de setembro, da tradicional parada militar que, se parecia forçada em anos anteriores, nesse ano pareceu uma grande piada.

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